
Os criadores de mensagens falsas no Facebook voltaram a atacar. A matéria-prima da vez é o próprio criador do serviço, Mark Zuckerberg, e envolve os usuários brasileiros da rede – grupo que caminha para assumir a segunda posição no site, atrás apenas dos americanos. Aos desavisados, cabe esclarecer: Zuckerberg não falou mal dos brasileiros.
O texto que circula pela rede reproduz uma hipotética entrevista de Zuckerberg à rede de TV CNN. No texto, ele explicaria por que não cede a uma pressão de usuários brasileiros: a introdução no Facebook de gifs animados – sequência de imagens que cria uma animação simples, em geral usada de forma bem-humorada.
“Segundo Mark Zuckerberg, se o Facebook abrir espaço aos gifs, o compartilhamento entre os usuário (sic) brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas, se mexendo, com mensagens de carinho e amor”, diz o texto.
Os brasileiros podem relaxar. Não, o Facebook, oficialmente, não permite a publicação de gifs animados. E, não, Zuckerberg não está triste conosco.
Fonte: Revista Veja - 21/03/2012
"Minha presença de professor, que não pode passar despercebida dos alunos na classe e na escola, é uma presença em si política. Enquanto presença não posso ser uma omissão mas um sujeito de opções. Devo revelar aos alunos a minha capacidade de analisar, de comparar, de avaliar, de decidir, de optar, de romper. Minha capacidade de fazer justiça, de não falhar à verdade. Ético, por isso mesmo, tem que ser o meu testemunho." Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia. 33a. Edição. Editora Paz e Terra. (pág. 98)
ResponderExcluirAs redes sociais podem ser um espaço pedagógico no contexto desta reflexão de Paulo Freire: presença, não passar despercebido, sujeito de opções, fazer justiça, ético, ser testemunho?